segunda-feira, 23 de abril de 2012

Maria Carolina Pereira Rosa, escritora e ilustradora, visita Colégio Bernardette Romeira.

No dia 17 de abril, o Colégio Bernardette Romeira recebeu a escritora/ilustradora Maria Carolina Pereira Rosa que nos apresentou três livros seus: "A casinha da Tita Carochinha", um livro explorado pelas Educadoras do Pré-Escolar; o livro "Corre, corre garrafinha, corre, corre, garrafão", trabalhado pelas turmas do 1º Ciclo e "Rato Sá, Rato Zé e Rato Li" que foi estudado pelas turmas do 2º ciclo.

Maria Carolina Pereira Rosa

As sessões decorreram de um modo interativo com perguntas realizadas pelos alunos sobre o processo de criação dos livros e sobre a vida da escritora.
No final de cada sessão, a autora exemplificou como se fazem algumas das ilustrações presentes nos seus livros “A Festa dos Círculos”, utilizando uma figura geométrica simples, o círculo. A autora conseguiu impressionar alunos e professores com a criação de simples ilustrações feitas a partir de círculos de cores e tamanhos diferentes, recorrendo a dobragens e cortes.






No final da sua sessão os alunos da turma do 3º ano apresentaram duas grandes ilustrações da sua autoria inspiradas nas presentes no livro "Corre, corre garrafinha, corre, corre, garrafão" e, tal como a ilustradora fez no seu livro, também os alunos do 3º ano aproveitaram retalhos de tecido antigo e utilizaram-nos  na criação das suas “obras de arte”. Também os alunos do 4ºA puseram mãos à obra e realizaram, em grupos de trabalhos, um conjunto de ilustrações utilizando restos de cartão e lápis de cor, que ilustram os vários episódios da narrativa do livro "Corre, corre garrafinha, corre, corre, garrafão". Estes trabalhos vão estar em exposição na Biblioteca Escolar do Colégio Bernardette Romeira até ao final de abril. A turma do 4ºB apresentou-nos um poema da autoria da escritora cantado na forma de um rap.
No final de cada sessão a autora autografou os livros e ilustrações levados pelos alunos.


Sessão de Autógrafos

 Exposição de Trabalhos na Biblioteca Escolar


Trabalhos realizados pela turma do 4ºA

Trabalho realizados pela turma do 4ºA

Ilustração da turma do 3ºA

Ilustração da turma do 3ºB


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Colégio Bernardette Romeira contribui para a Campanha Solidária de Recolha de Livros para Timor.

No dia 12 de abril a equipa da Biblioteca Escolar do Colégio Bernardette Romeira selecionou vários manuais escolares excedentes de Língua Portuguesa e Matemática para participar na Campanha de Recolha de Livros para Timor: “Eu dou um livro por um sorriso de uma criança timorense”, uma campanha organizada pela ONG Karingana Wa Karingana em parceria com os CTT, em cooperação com o Governo de Timor.



Este ano reveste-se de grande simbolismo no âmbito das relações entre Portugal e Timor: assinalam-se os dez anos da independência de Timor-Leste e comemoram-se os 500 anos da chegada dos portugueses a Malaca e à ilha de Timor.

Em declarações à Lusa, Tiago Bastos, presidente da ONG Karingana Wa Karingana, considerou "altamente estratégico para Portugal" a defesa da Língua Portuguesa naquele país e recordou o investimento do Estado Português no envio de quase 180 professores para Timor-Leste.

A "Karingana Wa Karingana", que em português significa "Era uma vez", foi criada em novembro de 2010 para promover ações de apoio, solidariedade, cooperação e desenvolvimento junto dos povos, comunidades e países de expressão portuguesa, espalhados pelo mundo.
 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Maria Carolina Pereira Rosa visita o Colégio Bernardette Romeira!

Na próxima terça-feira, 17 de abril, o Colégio Bernardette Romeira irá receber a escritora/ilustradora Maria Carolina Pereira Rosa que nos irá apresentar três livros seus: A casinha da Tita Carochinha; Corre, corre garrafinha, corre, corre, garrafão e Rato Sá, Rato Zé e Rato Li.

Horário das sessões de apresentação:
9h15: Ensino Pré-Escolar e 1º ano - A casinha da Tita Carochinha.
10h15
: 2º, 3º e 4º anos - Corre, corre garrafinha, corre, corre garrafão.
11h30: 2º ciclo - Rato Sá, Rato Zé e Rato Li.

No final de cada sessão a autora irá autografar os livros dos alunos! 




A Casinha de Tita Carochinha
Todos conhecem a velha história da Carochinha e do João Ratão, aquele que morreu no caldeirão. Pois esta é uma outra história, em rimas divertidas de uma Carochinha e de um João Ratão dos nossos dias. E tudo vai ser diferente.




Corre, Corre Garrafinha Corre, Corre Garrafão
Conta-nos esta história divertida, as aventuras de um rato, numa viagem que faz à aldeia dos seus familiares. Uma curiosa coincidência com uma das mais conhecidas histórias tradicionais "A Velha da Cabaça".




Rato Sá, Rato Zé e Rato Li
Era uma vez...
Um rato, outro rato e ainda outro rato.
Três amigos inseparáveis, grandes companheiros de aventuras, deixam um dia bairro pobre onde sempre viveram e instalam-se num bom esconderijo, que descobrem na biblioteca de uma escola da cidade.
Aí, onde nada lhes falta, passam a ter uma vida regalada. Os ratinhos sabem aproveitar muito bem esse bom viver, mas um dia um acontecimento inesperado leva-os a novas aventuras.
Uma divertida história onde não falta o bom senso de muitos provérbios contextualizados…


 Zona da Biblioteca Escolar dedicada à autora Maria Carolina Pereira Rosa.
(Os peixes, pendurados por um fio, foram realizados com base no livro A Festa dos Círculos, O Mar)


























Maria Carolina Pereira Rosa 
Biografia

Maria Carolina Pereira Rosa foi professora do Ensino Básico. Exerceu a docência durante 30 anos no ensino oficial e durante dois anos no ensino particular. Tem o curso do Magistério Primário e o curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Licenciou-se em Educação Visual e Tecnológica no Instituto Superior de Ciências Educativas, onde lecionou a disciplina de Didática da Educação Visual como professora convidada.
É formadora certificada para a Formação Contínua de Professores do 1ºCiclo do Ensino Básico na área de Didática Específica de Matemática.
Os primeiros trabalhos como autora de manuais escolares datam do ano letivo 1985/86, atividade que nunca interrompeu.
Maria Carolina Pereira Rosa escreve livros de literatura infantil, sendo alguns deles ilustrados por si.

Esta Escritora faz parte do Plano Nacional de Leitura.

8º Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen - alunos do 3º Ciclo.




Decorre até 9 de maio o prazo para entrega dos trabalhos candidatos à 8.ª edição do Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen. Trata-se de uma iniciativa anual das Câmaras Municipais de Lagos e de Loulé, dirigida a todos os estudantes que frequentem escolas do 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário (ou equiparado) da região do Algarve.

O concurso pretende incentivar a leitura das obras de uma das mais importantes poetisas e escritoras do séc. XX, que escolheu o Algarve e Lagos para viver. 

São admitidos trabalhos de poesia, prosa ou ensaio, em língua portuguesa, e ilustrações que incidam sobre a obra literária de Sophia de Mello Breyner.

Os trabalhos a concurso devem ser entregues na Biblioteca Municipal de Lagos ou na Biblioteca Municipal de Loulé.



Biblioteca Municipal de Lagos
Telefone: 282 767 816 | E-mail: bmlagos@netvisao.pt

Biblioteca Municipal de Loulé
Telefone: 289 400 850 | E-mail: biblioteca@cm-loule.pt

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Estante Temática e Cantinho do mês de abril - Energia Sustentável para Todos!

Este mês, a Biblioteca Escolar do Colégio Bernardette Romeira, dedica a sua Estante Temática e o seu Cantinho ao Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos!

2012, o ano da energia sustentável para todos, porquê? 

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para todos, porque segundo dados da Rede de Conhecimento ONU-Energia, 1,4 bilhões de pessoas em todo o mundo não tem acesso à eletricidade, o que deixa a qualidade de vida precária. Além disso, 1 bilhão tem acesso parcial, facto que também prejudica outras coisas da vida, como acesso à educação, saúde, lazer, entre outros…

A ONU pretende alertar-nos para a importância de no presente usarmos a energia de forma racional para que as gerações futuras também tenham acesso às fontes de energia. Assim, devemos aumentar o uso de energia renovável em todo o mundo.
Ainda existem muitos milhões de pessoas que não têm acesso às energias renováveis e que utilizam energias não renováveis e poluidoras, como o petróleo e o carvão...


Estante Temática



Cantinho da Biblioteca Escolar



terça-feira, 10 de abril de 2012

Artista do mês de abril - Agostinho da Silva







 Síntese Biográfica
de Agostinho da Silva

1906  - Filho de Francisco José Agostinho da Silva e Georgina do Carmo Baptista da Silva, George Agostinho Baptista da Silva nasce no Porto a 13 de fevereiro.
1906 (agosto/setembro)  - Muda-se para Barca D’Alva, onde vive os primeiros da sua vida.
1912/1913  - Regressa ao Porto. Como já sabia ler e escrever, a mãe inscreve-o no ensino primário (Escola de São Nicolau).
1913  - Faz o exame de primeiro grau e fica distinto.
1914 - Faz o exame da 4ª Classe e ingressa na Escola Industrial Mouzinho da Silveira .
1916 - Ingressa no Liceu Rodrigues de Freitas.
1924  - Entra para a Faculdade de Letras do Porto para cursar Românicas mas, transfere-se, no mesmo ano letivo, para Filologia Clássica .
1928  - Termina a sua licenciatura e passa a colaborar na Revista Seara Nova .
1929  - Defende a sua dissertação de doutoramento a que dá o nome de O Sentido Histórico das Civilizações Clássicas .
1930 - Frequenta a Escola Normal Superior de Lisboa.
1931
Parte para Paris, como bolseiro, e estuda na Sorbonne e no Collége de France.
1933  - Regressa a Portugal e é colocado no Liceu de Aveiro como professor, onde leciona durante dois anos.
1935  - É demitido do ensino oficial por não ter assinado a Lei Cabral (obrigatória para todos os funcionários públicos) .
1935 – Consegue bolsa do Ministério das Relações Exteriores de Espanha e vai estudar para o Centro de Estudos Históricos de Madrid.
1936 – Regressa a Portugal devido à iminência da Guerra Civil Espanhola.
1938 – Abandona a Revista Seara Nova.
1939 – Criação do Núcleo Pedagógico Antero de Quental.
1940 – Elaboração de Iniciação – Cadernos de Informação Cultural.
1943 – É preso pela PVDE na Prisão do Aljube.
1944 – Abandona Portugal e parte para a América do Sul. Entra pelo Rio de Janeiro e depois dirige-se para São Paulo.
1945 – Abandona o Brasil e instala-se no Uruguai.
1946 – Vive na Argentina.
1947 – Regressa definitivamente ao Brasil. Instala-se em São Paulo mas, em seguida, fixa-se na Serra de Itatiaia.
1948 – Abandona a Serra e instala-se no Rio de Janeiro. Nesta cidade, trabalha no Instituto Oswaldo Cruz (dedicando-se ao estudo de entomologia), ensina na Faculdade Fluminense de Filosofia e colabora com Jaime Cortesão, na Biblioteca Nacional, no aprofundamento da obra de Alexandre Gusmão.
1952 – Integra o corpo docente da Universidade de Paraíba (João Pessoa) e leciona também em Pernambuco.
1954 – Participa, ao lado de Cortesão, na organização da Exposição do 4º Centenário da Cidade de São Paulo.
1955 – Ajuda a fundar a Universidade de Santa Catarina.
1959 – Criação do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) e ensina Filosofia do Teatro na Universidade da Bahia.
1961 – Torna-se assessor para a política externa do Presidente Jânio Quadros.
1961 – Regressa fugazmente ao Rio de Janeiro e a Santa Catarina, porém, ruma para Brasília.
1962 – Colabora na fundação da Universidade de Brasília e cria o Centro de Estudos Portugueses na mesma Universidade.
1963 – Equiparado a bolseiro da UNESCO, visita o Japão. Em Tóquio dá aulas de português. Aproveita a sua ida ao Oriente para conhecer Macau e Timor. No mesmo ano vai aos Estados Unidos da América. Regressa posteriormente ao Senegal.
1964 – Assenta moradia entre Cachoeira (no recôncavo baiano) e Salvador (onde congemina a formação do Museu do Atlântico Sul no Forte de São Marcelo). Em Cachoeira funda a Casa Paulo Dias Adorno que, para além de ser um Centro de Estudos (extensão do Centro de Brasileiro de Estudos Portugueses da Universidade de Brasília), é também uma escola
1969 – Avesso a ditaduras, sai do Brasil em 1969 e regressa ao seu país de origem.
1969-1994 – Num Portugal onde reina uma primavera marcelista, devota-se essencialmente à escrita. Mais tarde, e já depois da Revolução dos Cravos, Agostinho regressará ao ensino: universitário por título honorífico e particular e informal na sua casa do Príncipe Real. Nessa altura é reformado pelo Governo Brasileiro. Só uns tempos depois, o Governo de Portugal lhe restituirá os retroativos concernentes aos anos da Ditadura. Contudo, e despreocupado com a questão financeira, viaja, escreve, recebe medalhas e títulos, participa em programas de televisão, é reconhecido filósofo popular, mas, na sua perspetiva, é o tempo em que se ocupa da sedimentação da futuridade da Era do Espírito Santo.
1994 – Morre em Lisboa a 3 de abril.